Jam

Cerveja, cigarro, cinzeiro, rabo de saia. Um homem não precisa de nada mais, além disso. Alguns deles vão atrás de dinheiro, mas é porque o rabo de saia exige isso. Outros preferem ir atrás de muita cerveja e misturam com whisky, muitas das vezes tem até um charuto no meio, isso é status e serve para chamar a atenção do rabo de saia. Tudo gira em torno do rabo. Não é difícil perceber que não tem nada melhor na vida do que uma boa mulher, daquelas companheiras que te beijam os beiços mesmo quando está sangrando, ou que te abraça quando está todo fedido. Que troca suas fraldas quando a idade chega, ou que te aplaude quando todos estão tacando pedra. Essa merece respeito, até mesmo quando você não merecer, ela vai te ajudar e te colocar na posição mais alta.

Jam foi minha primeira mulher, me lembro como se fosse ontem o dia em que eu a estuprei. Eu deveria ser preso naquela época, mas ela não quis prestar queixa, se apaixonou por mim. Para piorar a minha situação, Jam era religiosa e virgem, e depois do ocorrido ela não sabia se me odiava ou me adorava, era uma dura decisão, acho que todos nós entendemos ela, não? Quem é que não gostou daquela pessoa que nos fazia mal? E mesmo que a gente soubesse que não daria certo no final, pagávamos pra ver. Muitos estão fazendo isso até hoje.

A ex-virgem era dona de uma bunda acima das proporções medias, e isso com certeza ajudou no processo do meu interesse por ela. Eu dizia:

– Você tem a bunda mais linda que eu já vi, ela é enorme, deixa eu conhecê-la?

E ela respondia:

– Sim, quando quiser.

Mas eu pensava que estava brincando. Não sabia que podia ser tão fácil assim para uma mulher liberar o cu. Alguns dias se passaram e estava cada vez mais difícil conseguir transar com Jam. Ela tinha suas limitações por conta da doutrina da sua igreja, mas era difícil a beça de entender. Tentei persuadi-la de varias formas.

– Eu sabia! Você é como todos os homens, só quer sexo! – ela dizia brava.

Eu tentava disfarçar, mas no final acaba conseguindo alguns minutinhos de penetração. Era sempre escondido, camuflado, como se estivéssemos cometendo um crime. Mas era bom, talvez pela dificuldade e clima de proibição.

Certo dia, fingi lesão no meu emprego que peguei saída para ir ao médico, mas o plano era encontrar Jam na sua casa e aproveitar que estaria sozinha. Chegando lá, ela estava de avental e limpando a casa, estranhei, pensei que tudo seria mais fácil para mim. Cai no sofá e fiquei olhando ela passar pano no chão. Usava um vestidinho cinza, que encurtava na medida em que ela esticava os braços para alcançar os cantos mais fundos da casa. Fiquei só babando, com o pau duro, quase furando a calça, até que não aguentei.

– To louco de tesão, poxa, não seja malvada comigo. – disse no ouvido de Jam.

– Se controla, parece que só pensa nessas coisas.

– E como é que não vou pensar, com você assim, toda gostosa?

– Não gosto que me chama assim, é falta de respeito.

Muitas vezes era melhor terminar a discussão assim, rapidamente. Ela me empurrou e continuou varrendo. Esperei a melhor hora e a encarquei por trás. Estava sem calcinha e entrou que foi uma beleza. Pensei que ela iria protestar, mas me surpreendeu com a reciprocidade. Fiquei ali, trabalhando por incríveis 10 segundos. O anal era muito excitante para mim.

– Nossa, mas já? – ela perguntou.

– Não me venha caçoar de mim!

Caímos na risada, e por mais que fosse engraçado eu estava me sentindo inferiorizado na comunidade dos homens. Nunca tinha tido um orgasmo tão rápido na minha vida. Foi quando descobri que não tinha comparação, comer por frente e comer por trás. Mas eu causava dor em terceiros, não sabia como colocar a trolha direito no buraquinho, sempre usava a força e ia com muita sede ao pote. Resultado: gritos e traumas, mas não com Jam, ela tinha uma experiência misteriosa com anal.

Comecei a desconfiar da facilidade com quem ela me dava o brioco, pois – para deixar o leitor por dentro da história – Jam se dizia virgem, e eu acreditara desde o começo. Até que alguns dias após minha operação da apêndice, quando eu me encontrava debilitado, descobri que ela já tinha tido outro homem antes de mim e que inclusive mantinha relações com ele. Foi um baque, acabou na hora todo o encanto que eu tinha por Jam.

Ela veio para minha casa correndo tentar salvar o fiasco que estava a nossa relação e me encontrou furioso andando pela casa – eu devia estar de repouso.

– Como você pode fazer isso comigo? – eu perguntava em meio a lagrimas.

– Me desculpa, me desculpa, me desculpa. – Jam lamentava.

– Desculpar como? Olha o que você fez comigo!

– Eu ia te contar, eu juro, eu ia…

Não tinha jeito, eu tinha que me conformar ou estava tudo acabado. Xinguei Jam pela primeira vez e ela ficou muito chateada. Saiu pisando duro pela escada a fora. Fui atrás dela e meus pontos se abriram enquanto eu descia as escadas. Cai de maduro e ela me segurou, se preocupava muito comigo.

– Me desculpa, eu te amo. – ela me disse.

Eu estava em seus braços, me sentindo inferiorizado e dolorido, não tinha o que fazer se não aceitar minha situação e perdoá-la. E foi isso que eu fiz.

  Compra no boleto e paga na lotérica
   Baixa aí que é de graça

amazon-iconsaraiva icone clube icone google play  icone agbook

      twitter 

Advertisements

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s