Amor Proibido [2]

As coisas entre eu e Marco foram progredindo, nos encontrávamos quase toda tarde enquanto não tinha ninguém em casa e ele ia embora antes da minha mãe chegar, ela não gostava dele, achava uma péssima companhia e ainda dizia que eu era muito nova pra namorar. Mal sabia ela que dez anos mais tarde as garotas de doze anos já estariam grávidas, eu estava no lucro dando meu primeiro beijo com o cara que queria ficar.

Certa vez, estava chovendo igual da vez que nos aproximamos, ele veio mais cedo que o combinado e me pegou de surpresa me trocando, estava totalmente nua. Marco ficou de boca aberta, impressionado com o que estava vendo, e eu que pensava que ele nunca se interessaria pelo meu corpo.

– Eu não sabia que você estava pelada, eu vou descer, outra hora eu venho, me desculpa Nara.

Fechei os olhos e fui contra tudo o que eu imaginava ser certo.

– Tudo bem! Pode ficar, não tem problema.

Ele ficou parado onde estava, ainda de boca aberta. Eu olhei para a cama e vi minha toalha, o que eu devia fazer? Esconder meu corpo do cara que gosto ou me entregar? Sendo a hora certa ou não, eu não resisti, parti pra cima dele.

– Ei, Nara. Espere um momento, eu… eu nunca fiz isso.

Fiquei impressionada, ele sempre me surpreendia. Pensei em dizer que isso era novidade pra mim, mas decidi me calar, só consiste com a cabeça pra acalmá-lo. Ele me olhou com mais confiança e esticou os braços pra mim. Me envolvi no seu abraço e ele me beijou. Tirou sua roupa e eu pude sentir seu corpo quente no meu. A chuva lá fora nem fazia mais barulho, o que dava pra ouvir era a pulsação forte de nossos corações e nosso sangue corria feito bala por dentro de nossas veias.

Quando dei conta de mim, estava deitada na minha cama com a cabeça de Marco entre as minhas pernas. Ele me beijava delicadamente e massageava meu clitóris com a língua, era realmente bom naquilo. Nunca tinha sentido nada tão gostoso. Segurei-o pelo cabelo e o apertei contra mim, ele ficou sem ar e tentou se desvencilhar pra poder respirar. Dei uma trégua e ele se levantou, respirou fundo e mirou.

Assim como a terra descobre o brilho do Sol ao nascer, minhas entranhas descobriram a benevolência e ânsia do pau de Marco. Ele me penetrava com os olhos fechados e boca aberta de prazer. Fazia movimentos lentos, que dava pra sentir cada deslizar dentro de mim. Eu puxava o lençol da minha cama e mordia o travesseiro. Era uma mistura de dor e muito prazer, como se tivesse me rasgando e ao mesmo tempo preenchendo por entre minhas pernas. Um frio quente subia pelo estomago e depois descia como forma de satisfação, e no vai e vem me senti totalmente molhada e transpiraste.

Marco ejaculou dentro de mim, e o engraçado é que ele soltou um grito, com sua voz ainda falhando de garoto que esta na puberdade. Eu contive o sorriso e apenas manejei os lábios para o lado. Minha vagina doía, mas era suportável, eu sentia que os lábios que tinham sido dilatados estavam aos poucos se fechando e voltando ao normal. Mal sabia as horas, mas sentia que ele deveria ir embora, pelo menos assim eu já sentiria os sintomas do pós sexo.

Marco não conseguia olhar em meus olhos, ficou cabisbaixo o tempo todo enquanto vestia sua roupa, quando vestido me deu um beijo rápido e foi pra sua casa. Corri até a janela e pude ver seus ombros descendo e subindo enquanto ele corria. Ouvi a porta se abrindo e era minha mãe. Olhou para todos os cantos do quarto e viu que estava tudo bem, não poderia estar melhor.

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