O corpo que me afaga

Volto para São Paulo ainda pior. Saio para beber e encontro com uns idiotas que pensavam ser meus amigos no ensino médio. Eles estão acompanhados. Elas são Barbara, Nagila e Rafaela. As três são garotas interessantes, cada uma com sua peculiaridade. Barbara e seus peitões que quase pulavam do seu sutiã, Nagila e seu olhar sensual que era capaz de intimidar qualquer homem, e Rafaela e sua vibe gostosa de conversar. Fiquei indeciso em quem querer conhecer, decidi que seria todas possíveis, eu não tinha tempo a perder.

Marco com Barbara e Rafaela e me dou mal, não sabia que as duas fossem tão amigos a ponto de marcaram um encontro no mesmo lugar comigo para me darem uma lição. Eu tento explicar, mas acabo me ferrando. Rafaela acaba gostando de mim, por mais que eu tinha agido como um cafajeste, eu tinha sido sincero com as duas em todos os momentos e elas sabiam o porque gostei de cada uma, eu não tinha culpa por gostar demais das pessoas, em um mundo onde demoramos muito para gostar, como se fosse algo errado de se fazer. Se você gosta de alguém que acabou de conhecer é tratado como um doente, sendo que o doente é aquele incapaz de gostar de ninguém, não somos nada sozinhos.

Notei que Rafa me deu uma chance, não poderia esperar mais dela. A chamo para vir em casa e ela diz que traria algumas cervejas. O momento é propicio para que fiquemos bêbados e acabamos pelados em cima da mesa se amando feito animais, mas Rafaela tem modos e pretende segui-los.

A recebo no portão de casa e ela me entrega as latinhas. Coloco na geladeira e peço pra que ela se sente na sala. Conversamos sobre o dia em que nos conhecemos e eu conto resumidamente o quanto tinha sofrido com alguns casos passados e ela faz o mesmo, é incrível a maneira negativa que retratamos casos que não deram certo pra gente, mas enquanto nós tentávamos era tudo o que mais queríamos, e de repetente todo aquele amor se transforma em ódio e, o mundo não sabe mais amar o outro sem ser egoísta o bastante para querer exclusividade.

Beijo sua boca com toda a voracidade que aprendi a ter. Rafaela se impressiona com todo o meu fôlego e não acredita que eu tenha a idade que tenho, pensa que sou mais velho ou algo que valha a minha ousadia. Isso é motivo para que eu ria e fique mais seguro em relação a nos dois. O seu corpo branco está todo nu enquanto o meu roça sobre ele, e ela impedindo que eu a penetre, como se fosse guardar o melhor para depois. E todas as mulheres de São Paulo querem se guardar como se fossem realmente boas para nós, e elas não querem mostrar todo o conteúdo de uma vez para que o interesse não se perca, e elas sabem as melhores formas de manter a paixão e a tensão. Rafaela era uma delas, sabia como ninguém, e eu caindo na sua, roçando meu pau roxo e duro nas suas pernas e nos seus peitos, doido para que ela o engula e retire leite. Mas ela não o faz. E eu me decepciono comigo mesmo, como se eu não fosse capaz de transar com uma mulher mais velha que estava gostando, e ela na minha casa ainda me deixava mais envergonhado, o que eu iria dizer para os outros? Que falhei enquanto tive a faca e o queijo na mão?

A opinião de uma mulher sempre vale mais do que o desejo incontrolável de um homem e eu tive que me controlar para manter Rafaela por perto, estava tudo em nossas mãos. Bebemos a cerveja e o clima ameniza, como se voltássemos a ser amigos e o assunto flui com muita naturalidade, é bom conversar e me abrir com ela, assim como ela se sente a vontade em falar sobre qualquer coisa comigo, e meus ouvidos ficam a seu torpor.

Batem na porta e interrompem o que eu entendia como “quase lá”. Visto a minha calça e peço pra que ela não fique pelada pela casa. Vou até a porta e a abro. Infelizmente dou de cara com Barbara, e nunca fora uma pior hora para ela aparecer do que aquela. Seu sorriso é de quem sabe o que estava fazendo e eu peço pra que ela entre. O vestido de Barbara era tão pequeno que não precisava colocá-lo, eu e Rafa vemos a calcinha rosa de Barbara enquanto ela cruzava as pernas sem parar, bebendo o vinho que trouxe, e ela não queria que nós déssemos certo, é como se estivesse perdendo para sua amiga, mas aquilo não era um jogo.

Rafaela ficou enciumada para a minha sorte e eu agradeci em silencio por Barbara ter chegado. Rafa decide que não vai mais bancar a durona e parte para cima de mim me beijando enquanto Barbara vê tudo. Não dura nem cinco minutos – algo estranho, pois não havia mais nada para ela fazer ali – e ela se levanta e vai embora. Batendo a porta e os zíperes se abrem, bastava uma pitada de competitividade para conquistar Rafaela e eu não sabia disso.

Fico vendo ela abrindo a braguilha e colocando ele pra fora. Pega o na mão e conversa com ele, sem dizer nenhuma palavra, apenas um dialogo mental rápido e ele fica ereto, como se ela tivesse ordenado e eu acredito nisso. Coloca na sua boca e circula com ela para cima e para baixo, chupando sem muita habilidade, mas com muita vontade.

Rafaela é daquela mulher que compreende as suas necessidades apenas com o olhar, e era bom que ela saciasse as minhas vontades carnais. Sua boca se enchia com minhas bolas, e ela se deitou para que eu a enfiasse. Fui com cuidado, pois não queria agir de mal jeito e machucar aquela pele macia e branca. Me deitei devagar por seu corpo e flexionei uma das pernas, entrei e suspiramos, vi a sua face se contorcendo com o primeiro contato, que é sempre o melhor em toda a transa.

Balançamos lentamente, como se não quiséssemos fazer barulho algum e ela virava os olhos, percorrendo as suas partes internas, tentando vê-las e eu também tentava te descobrir, com meu pau vasculhando cada pedaço da sua buceta, molhando desde a base até a ponta da cabeça.

Eu segurava as pernas de Rafaela em cima do meu ombro enquanto metia. A posição era perfeita para entrar inteiro, e eu fazia isso lentamente, era como ela preferia. Sentíamos cada vai e vem, e ela pediu para que eu me deitasse. Obedeci e ela se prostrou em cima de mim como se tivesse programado os seus movimentos, e encaixou da maneira que eu perdi o ar. Me sentei e a abracei tentando voltar com a respiração, mas seu quadril não me deixava outra saída, e se eu morresse sendo engolido pelo seu corpo seria uma morte digna, que muitos dos homens queriam tê-la.

Eu podia ver a ternura se espalhando no olhar de Rafaela. Por mais que nossos olhos estivessem mareados eu podia ver tudo, e o corpo de Rafa cansou de cavalgar no meu. Ela deslizou pela cama e se ajoelhou no chão, com as mãos na minha bola e a cabeça dentre seus dentes. Não deixou de chupá-lo, queria que eu esporasse na sua cara e essa seria a mais difícil de suas vontades, eu demorava pra ejacular, algo contrario do normal.

Ela tentou, socou, chupou e acariciou o máximo que pode, mas eu nada fiz. Pensei que daria tempo para ela subir novamente no meu quadril, mas meu irmão chegou e estávamos em sua casa. Tive que tira-la de lá. Infelizmente não escapei das reclamações do meu irmão mais velho que se sentia como meu pai pelo fato de eu não tê-lo, mas eu não liguei muito, quem fora ofendida fora Rafa e ela foi embora brava pelo que tinha acontecido, não tivemos o final esperado.

Nos afastamos depois daquele dia. A bebida seguia minha amiga de todas as noites em claros até que Barbara veio me visitar novamente. Tinha me pegado na época mais carente possível. Afagou minhas lagrimas no meio dos seus peitões, mas eu não conseguia parar de pensar na pele branca de Rafaela e o quanto fomos bons naquela tarde. Por mais que não fosse o certo a se fazer, o colo de Barbara era melhor do que a sarjeta da rua, e eu aproveitava de sua estadia ao meu lado, mas como nada acontece como deve na minha vida, recebo visita de Rafaela que veio se conciliar e me pega com Barbara, logo com minha fuça no meio dos seus grandes melões e aquilo é o revolver que mata a nossa relação.

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