On The Line

 

Fotos no Instagram: @mundovitoriano1995

Comecei a ser publicado em menos de um ano em que passei a escrever profissionalmente no Blog, e por conta disso o conteúdo deles não são elevados, mas vale a pena conferir desde o primeiro, que apesar do amadorismo, fora feito com toda a minha alma e dedicação:

Estou disponibilizando meus livros para download gratuito.

Clique no titulo para baixar:

P.S. Amor

O meu primeiro livro se chama P.S. Amor e nas entrelinhas temos: Paixão, Sexo e Amor que seria a droga do significados das siglas – sim, trabalho porco, eu confesso – e mesmo sendo clichê depois de um tempo eu acabei gostando. O nome é bem amador e isso retrata os meus contos amadores, pois era o início da minha escrita, quando os textos começaram a criar formas e assim deu esse livro de 50 contos românticos, clichês e com uma pitada de teor erótico.

Essa é a capa final dele. Passou por muitas modificações por ter um titulo tão fora da minha linha de literatura atual, que precisei improvisar. O vermelho representa todo o amor contido nessa época da minha vida, 2011 á 2014 mais ou menos, triste fase. Muitas decepções amorosas e casos fracassados, só poderia resultar num livro de tributos á esses momentos marcantes. Indico para aqueles que possuem muito tempo que iniciem por este livro, pois é a origem da minha escrita e da minha caminhada nessa vida.


Heróis esquecidos 

A obra de Victor Vitoriano, “Heróis Esquecidos…” é interpretada por crônicas de gênero autobiográfico que relatam o cerne da devastação em que vive os exilados moradores de rua, mendigos, sem tetos entre outros que só tem da rua o seu teto. Victor vai mais além com olhares no próprio campo solitário da pobreza humana e espiritual, fazendo sutis apelos a quem quiser ouvir de como anda a vida no submundo, aquele ao qual todos nos conhecemos e ainda rejeitamos, pois é mais fácil garantir o seu do que olhar pelo do próximo, e assim seguimos cheios de exatamente nada. Victor Vitoriano tenta ressaltar a importância de ler sua obra não apenas com os olhos, mas com a alma e a mente em funcionamento, pois tudo o que é relatado está da janela para fora, de indivíduos de toda a São Paulo. Ele não é quer salvar o mundo da fome e da pobreza, mas faz o que pode e sempre que pode para trazer-lhes histórias reais, de pessoas reais, com problemas reais, para leitores reais lerem.

O que eu retratei nesse livro é importantíssimo. E, aliás, é o meu terceiro se não me engano. Queria dizer que tenho um amor muito grande por ele por causa que deveria relatar a vida caótica e precária dos moradores de ruas, vendedores ambulantes, faxineiros terceirizados, desabrigados, sem-tetos, mendigos e todo esse pessoal bacana que existe, juntamente dos bacanas, empresários e metidos a bestas que me contrataram e depois demitiram. Iniciei ele logo quando comecei a trabalhar no Marcelo Tostes que foi quando tive os primeiros contatos com Charles Bukowski. Desde então usurpei a sua forma de escrever e passei a ter o meu próprio gênero literário. Para você que gosta de ver demagogia amadora e algumas verdades sobre as ruas de São Paulo, esse pode não ser o livro mais indicado, mas eu indico, quero IBOPE.

Esse livro é mais um caso de complexo de nome longo. Eu tinha toda certeza do mundo que iria arrebentar com a linha de nomes enormes e desenfreados mas tomei vergonha na cara e detive essa doença tenebrosa. Encurtei os nomes da melhor maneira que pude e hoje até posso dizer que são nomes bonitos, dignos de livros de crônicas. Um segredo: no começo de 2015 eu mal sabia o que era crônica e o que era conto, deplorável não é mesmo?


Tarde vazia

Esse livro que eu suponho que seja o segundo da minha “franquia” – acho muito mala falar isso – e acho mala se apaixonar a cada viagem que você faz pelo metro de São Paulo. Essa cidade é linda, e sua beleza é exótica, não é possível ser vista por olho nu. Tem que tá embriagado, me entende? São tantos amores e desamores, assim como encontros e desencontros que eu perdi minhas contas. Perdi minhas botas, minha dignidade e muita lagrima em cada passo que dei. Mas se um dia eu tiver de escolher de ir embora ou ficar, é claro que saberei qual caminho escolher.

Tarde Vazia já teve outro nome. Inicialmente era “Você me abraçou naquela tarde vazia enquanto eu sorria”. Foi criado no começo de 2015 e tinha por finalidade – não só este livro, como os posteriores também – trazer a mensagem expressa logo no titulo. Eu achei uma merda depois de publicado, primeiro: as pessoas não conseguiam decorar o nome e nem lembrar de metade dele, segundo: é realmente feio ter tantos sobrenomes compostos assim, e terceiro: que se dane, o livro é meu e eu faço o que eu quiser com os nomes. Pensei até em deixar sem nome nenhum, ia ser bem louco e criativo, mas descartei essa possibilidade por motivos de bom senso.


O amor usa batom vermelho

Este é meu primeiro romance. Uma adaptação do livro “P.S. Amor”, onde acoplo os contos nele constituídos em uma cronologia lógica e atemporal ara dar sensação de tempo. Contando com o alto teor biográfico das cenas, o conteúdo passa a ter sua originalidade temporal naturalmente. A escolha da não-ficção é para dissimular o meu grande contentamento em seguir o gênero realístico para dar o ponta pé reiniciai que uma vez foi dado por nossos grandes escritores mais primórdios como Marques de Sade, Nelson Rodrigues e até mesmo o mais contemporâneo Charles Bukowski. Sem mais, a adaptação que fora rapidamente elaborada e construída por quem te escreve, é de ciente julgo. O início é o começo e não a idealização desejada.


Pecados perdoados

Os 22 contos eróticos com auto teor biográfico revela o lado Bukowski de Victor Vitoriano. Relatando partes de sua vida que ninguém no mundo devesse saber. A obra conta com muita ternura, paixão e sexo, como é de costume, os temas a serem abordados por Victor são surpreendentemente picantes e profundos, não deixando o leitor apenas na perspectiva rasa do assunto, mas sim dentro da história, que por ser real, é direcionada para pessoas reais, afim de satisfaze-las e deixa-las molhadas.

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