Cheiro de morango

Ela aparecia e desaparecia continuamente. Sempre que dava as caras comentava sobre namoro e sabia que eu não estava preparado para um relacionamento. Não sei se era intuitivo ou sem intenção, mas nessas horas nos distanciávamos. Da última vez nos amamos de maneira casual, como se já estivéssemos acostumados e isso desgastou a relação.

Eu lembrava da época em que nos conhecemos e que eu a comi de quatro e tirava meu pau da buceta dela para dar umas chupadas na sua xerequinha rosa e sentia aquele cheiro de morango exalando por minhas entranhas. Nossa! Me dava um tesão fodido e minha rola ficava ainda mais latejante e vermelha, a ponto de explodir e eu voltava a meter dessa vez com mais garra, puxando seu cabelo negro e comprido até sua cabeça inclinar totalmente para trás.

Cah gostava muito disso que eu sei. Ia embora pensando em quando voltaria para meus braços, mas eu não tinha as palavras certas para explicar que não daríamos tão bem nos vendo continuamente, e que nossa relação era ideal daquela maneira. Isso parece grosseria para falar a uma mulher, porém, não foge da verdade, por mais dura que seja.

Ela reapareceu dessa vez com um fogo inimaginável, dizia que estava com saudade dos meus beijos molhados, da minha pele quente e da minha pegada forte. Bom. Eu concordei que também estava sentindo a mesma coisa e combinamos de nos encontrar. E é claro, na minha casa.

Cah chegou e foi logo jogando a bolsa no sofá. Não tinha tempo a perder. Me pegou de jeito com um beijo de tirar o fôlego me surpreendendo mais uma vez. Ela estava com um batom rosinha e com aquele mesmo cheiro de morango. O volume da minha calça logo marcou e ela sentiu que eu a cutucava. Arranhou minhas costas e pulou no meu colo entrelaçando suas pernas no meu quadril

– vamos para o seu quarto! – sussurrou no meu ouvido.

E lá fomos nós. Mantive a calma e a levei ainda nos braços em meio a beijos e amassos. Ela estava tão fogosa que a trepada ia ser daquelas! Joguei-a na cama com cautela para que ela não quicasse no colchão e fosse jogada ao chão. Ela se esparramou toda e abriu as pernas, seu vestido todo levantado mostrava suas partes peladas e lisas.

Cai de boca com gosto, meti minha cara naquela coisa rosa e cheirosa. Era o momento de brilhar e fazer jus ao meu nome. Chupei pelas bordas dando beijinhos no grelo e depois só investi no clitóris, o principal. Brinquei com minha língua o quanto pude. Tremendo de lá pra cá enquanto ela agarrava nos meus cabelos se contorcendo na cama. Era a passagem direta ao paraíso sem escalas.

Eu tinha certa habilidade com oral e clitóris em geral, mas não trabalhava bem com pressão e Cah não sabia disso. Apertou minha cabeça tão forte no meio das suas pernas que me deixou sem ar. Eu estava para morrer quando consegui me desvencilhar dos seus dedos que me prendiam. Uma garota inconsequente, capaz de matar um com sua perereca fatal.

Deixei ela mole e encharcada, agora era hora de possuir. Tirei minha calça num instante e logo mergulhei de cabeça sobre aquele corpo branco e carnudo. Segurei nos braços dela deixando-a presa e enfiei com tudo. Ela soltou um grunhido de dor com prazer e foi só alegria.

Passadas algumas posições e metidas me veio aquela vontade precoce de gozar que só as mais lindas e deliciosas fodas conseguem alcançar e ela logo percebeu e se posicionou de frente pro cano, ajoelhada, com a boca aberta e a língua de fora.

– esporra na minha boca, cachorro!

Por alguns instantes fiquei pensando onde ela tinha aprendido a ser louca desvairada por sexo assim, porque agia muito bem. Segurei sua nuca pressionando contra a cabeça do meu pau enquanto batia uma e a torrente veio. Logo tudo ficou branco e ela se lambuzava com a língua… bebia feito leite tirado do boi. A minha garota estava virando mulher.

Ficamos deitados na cama por alguns minutos sem dizer nada. Na verdade não tinha muito o que dizer. Nossas vidas se resumiam em encontros amorosos cheios de prazer e algumas loucuras, mas estávamos resignados a isso. Ela notou que estava na hora de partir e se vestiu lentamente, olhava com o canto do olho para mim na espera que eu a impedisse de ir embora, mas eu não podia fazer suas vontades. Fomos até o portão e nos despedimos com um selinho. E ela me prometera que não voltaria mais, porém, eu nada disse, porque meses depois ela iria me ligar dizendo que estava com saudade e eu diria o mesmo, e assim nos encontraríamos de novo…

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