O Estrangeiro – [8/ FIM] Anormal

Meti fundo e ainda tinha uma parte pra entrar.

– Aiii! Caralho! Tira isso de mim! Ta doendo.

– Você que pediu, baby. Agora aguenta.

Arregacei Helena. Alguma coisa estranha estava acontecendo com meu pau, ele não parava de crescer. Era mais ou menos um centímetro por dia, e estava nos 24. Ela foi embora chorando de dor e eu sentei no sofá e abri uma cerveja. Baixei minhas calças e fiquei olhando pra ele. O encarei como nunca fiz antes, ele respirava por conta própria, tinha três veias verdes saltadas que seguiam desde a base até o inicio da cabeça, era monstruoso além de másculo. Vesti as calças e me levantei, fui até o espelho e medi. Estava quase chegando ao joelho.

Uma semana depois, eu não tinha mais facilidade em relações com as mulheres. Todas reclamavam de dores intensas e quase sempre ficava apenas no boquete, o que causava engasgo e vomito em muitas. A punheta nunca fora a minha atividade preferida, mas não tinha outro jeito, com meu pau de 31 centímetros botava medo em geral.

Decidi ir ao médico. Cheguei ao doutor e falei o que estava acontecendo.

– Esse surto é raro, só tratei de um caso assim na áfrica, e o nego era grandalhão então não deu nem pra notar, mas você tão magro e baixo, é incomum que tenha sido infectado.

– Mas como foi que eu peguei isso doutor?

– Os motivos ainda são um mistério, mas os casos que tiveram foram de pessoas negras e fortes, você é uma incógnita.

– Porra, eu posso morrer?

– Hahahahahaha, morrer não, mas pode matar sua namorada com essa trolha!

Sorrimos mas o doutor continuou sorrindo, como se tivesse tido outro sentindo as suas palavras.

– Mas eu não tenho namorada, as mulheres andam reclamando do tamanho dele, eu não consigo entender, nunca está bom.

– Olha, eu acho um tamanho ideal, independente se esteja crescendo ainda mais ou não.

Peguei minha jaqueta e dei o fora dali, antes que algum pescoço fosse torcido. Meu telefone tocou e eu atendi, era um ex de longa data.

– Oi Susy, quanto tempo! Esta vindo pra São Paulo? Bom, tudo bem, te espero lá.

Fui direto para o bar do aeroporto, a gente sempre se encontrava por lá quando ela vinha pra minha casa. Esperei por alguns minutos enquanto tomava cerveja e a vi chegando, com sua perna linda e grande, jogando o cabelo ao andar. Fui até ela e peguei sua mala e trouxe até nossa mesa. Contei tudo pra ela, mas não ficou assustada, era como se fosse apenas um fato corriqueiro.

– Meu bem, eu to vindo da África, você acha que um pau médio de branco vai me assustar?

– Você esta me subestimando, nunca vi um negocio desse tamanho.

– E o que você entende de pau?

– É, você me pegou, baby.

Terminamos nossas cervejas e fomos pra minha casa. Cheguei e logo a ataquei, eu estava na maior seca que já tinha passado e ela nunca tinha oferecido resistência. Joguei-a na cama e pulei em cima, comecei a cutucar com minha vara enorme e ela notou a diferença.

– Caracas, cresceu mesmo hein?

– Eu tava tentando te avisar

– Mas mesmo assim, já estou acostumada com isso, peguei até alguns animais naquele país.

– Meu Deus, eu não quero saber sobre isso, tira essa calça, vai.

Ela baixou a calça Jens justa e também a calcinha de renda. A sua bunda era redonda e bem apaupavel. Enchi a mão e a beijei com gosto. Tirei minhas calças e aquela trolha ficou pontuda e ereta.

– NOSSA, OLHA O TAMANHO DISSO, E É BRANCA, QUE ESTRANHO!

– Eu te disse, eu te disse!!!

– Coloca aqui na minha boca!

– Toma cuidado com isso.

– Relaxa, meu bem.

Coloquei na boca dela e podia notar o volume que fazia na sua garganta. Susy engasgava, mas não queria cuspi-lo.

– AAARGG, ARRG, ARGG, ENFI… ARGG, ARRGH, ENFIA TUDO.. ARGH.

Eu não tava acreditando no que aquela vadia balbuciou. Segurei firme na sua nuca e enterrei meu pau inteiro na sua boca. Ela grunhiu estranhamente e ficou toda mole. De repente caiu sobre o tapete desacordada. Me assustei e fui socorrê-la.

– SUSY!! SUSY!! FALA COMIGO!!

Sacudia-a e batia no seu rosto, mas nada. Seu corpo mole e nu continuava lindo esparramado pelo meu chão. Não me aguentei e engoli seus peitos redondos, desci com a língua pela barriga e cheguei na buceta, ainda estava quente e molhada. Chupei pelas beiradas tentando afastar o nervosismo do acontecido, mas não consegui continuar. Me vesti e saí de casa pra espairecer, tinha que encontrar algum jeito pra esconder mais um corpo.

04:13 a.m. , eu havia passado dos limites, bebi além da conta…

 

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