Minhas Mulheres [Capitulo 35]

Meti fundo e ainda tinha uma parte pra entrar.

– Aiii! Caralho! Tira isso de mim! Ta doendo.

– Você que pediu, baby. Agora aguenta.

Arregacei Beatrice. Alguma coisa estranha estava acontecendo com meu pau, ele não parava de crescer. Era mais ou menos um centímetro por dia, e estava nos 24. Ela foi embora chorando de dor e eu sentei no sofá e abri uma cerveja. Baixei minhas calças e fiquei olhando pra ele. O encarei como nunca fiz antes, ele respirava por conta própria, tinha três veias verdes saltadas que seguiam desde a base até o inicio da cabeça, era monstruoso além de másculo. Vesti as calças e me levantei, fui até o espelho e medi. Estava quase chegando ao joelho.

Uma semana depois, eu não tinha mais facilidade em relações com as mulheres. Todas reclamavam de dores intensas e quase sempre ficava apenas no boquete, o que causava engasgo e vomito em muitas. A punheta nunca fora a minha atividade preferida, mas não tinha outro jeito, com meu pau de 31 centímetros botava medo em geral.

Decidi ir ao médico. Cheguei no doutor e falei o que estava acontecendo.

– Esse surto é raro, só tratei de um caso assim na áfrica, e o nego era grandalhão então não deu nem pra notar, mas você tão magro e baixo, é incomum que tenha sido infectado.

– Mas como foi que eu peguei isso doutor?

– Os motivos ainda são um mistério, mas os casos que tiveram foram de pessoas negras e fortes, você é uma incógnita.

– Porra, eu posso morrer?

– hahahahahaha, morrer não, mas pode matar sua namorada com essa trolha!

Sorrimos mas o doutor continuou sorrindo, como se tivesse tido outro sentindo as suas palavras.

– Mas eu não tenho namorada, as mulheres andam reclamando do tamanho dele, eu não consigo entender, nunca está bom.

– Olha, eu acho um tamanho ideal, independente se esteja crescendo ainda mais ou não.

Peguei minha jaqueta e dei o fora dali, antes que algum pescoço fosse torcido. Meu telefone tocou e eu atendi, era um ex de longa data.

– Oi Susy, quanto tempo! Esta vindo pra São Paulo? Bom, tudo bem, te espero lá.

Fui direto para o bar do aeroporto, a gente sempre se encontrava por lá quando ela vinha pra minha casa. Esperei por alguns minutos enquanto tomava cerveja e a vi chegando, com sua perna linda e grande, jogando o cabelo ao andar. Fui até ela e peguei sua mala e trouxe até nossa mesa. Contei tudo pra ela, mas não ficou assustada, era como se fosse apenas um fato corriqueiro.

– Meu bem, eu to vindo da África, você acha que um pau médio de branco vai me assustar?

– Você esta me subestimando, nunca vi um negocio desse tamanho.

– E o que você entende de pau?

– É, você me pegou, baby.

Terminamos nossas cervejas e fomos pra minha casa. Cheguei e logo a ataquei, eu estava na maior seca que já tinha passado e ela nunca tinha oferecido resistência. Joguei-a na cama e pulei em cima, comecei a cutucar com minha vara enorme e ela notou a diferença.

– Caracas, cresceu mesmo hein?

– Eu tava tentando te avisar

– Mas mesmo assim, já estou acostumada com isso, peguei até alguns animais naquele país.

– Meu Deus, eu não quero saber sobre isso, tira essa calça, vai.

Ela baixou a calça Jens justa e também a calcinha de renda. A sua bunda era redonda e bem apaupavel. Enchi a mão e a beijei com gosto. Tirei minhas calças e aquela trolha ficou pontuda e ereta.

– NOSSA, OLHA O TAMANHO DISSO, E É BRANCA, QUE ESTRANHO!

– Eu te disse, eu te disse!!!

– Coloca aqui na minha boca!

– Toma cuidado com isso.

– Relaxa, meu bem.

Coloquei na boca dela e podia notar o volume que fazia na sua garganta. Susy engasgava mas não queria cuspi-lo.

– AAARGG, ARRG, ARGG, ENFI… ARGG, ARRGH, ENFIA TUDO.. ARGH.

Eu não tava acreditando no que aquela vadia balbuciou. Segurei firme na sua nuca e enterrei meu pau inteiro na sua boca. Ela grunhiu estranhamente e ficou toda mole. De repente caiu sobre o tapete desacordada. Me assustei e fui socorrê-la.

– SUSY!! SUSY!! FALA COMIGO!!

Sacudia-a e batia no seu rosto, mas nada. Seu corpo mole e nu continuava lindo esparramado pelo meu chão. Não me aguentei e engoli seus peitos redondos, desci com a língua pela barriga e cheguei na buceta, ainda estava quente e molhada. Chupei pelas beiradas tentando afastar o nervosismo do acontecido, mas não consegui continuar. Me vesti e saí de casa pra espairecer, tinha que encontrar algum jeito pra esconder mais um corpo, dobrei a esquina e vi dois carros de policia vindo em minha direção, não tinha como escapar.

– EU SOU INOCENTE!! EU juro! – Gritei ao acordar.

Angélica estranhou. Ela estava de saída, se aproximou do sofá e disse

 

– Pode ficar a vontade, vamos pra igreja e logo voltamos, tem comida na geladeira e televisão a cabo.

– Tudo bem, acho que vou ficar legal. – respondi.

– Nós não vamos demorar.

Saíram pelas portas dos fundos. Cai no sofá e abri uma cerveja. Tava na casa de dois religiosos, eles mantinham tudo limpinho e não tinham muitos móveis. Acho que o Deus dele era contra comodidade e gastos fora da igreja.

Peguei o controle e liguei a televisão, fiquei mudando de canal, vendo todas aquelas bundas pra fora, não faziam mais programas com conteúdo, bastava colocar um belo rabo balançando que tava tudo bem. Desliguei a televisão e fui pro telefone. Lembrei de alguns números e disquei.

– Oi, Claudia? E aí, vai fazer algo hoje? To numa puta duma casa bonita, vem pra cá! Te espero. – desliguei.

Abri outra cerveja e fiquei esperando a Claudia. Tinha conhecido ela em uma das minhas apresentações. Ela gostou dos meus versos e trocamos números, no dia ela estava atrasada e por isso não dei um jeito nela. No mínimo ia ficar no meu pé por mais algumas semanas e depois ia embora, como todas iam. Mas já que nada tinha acontecido e ela estava há meses me dando bola, de certo não tinha ninguém melhor em vista.

Já estava na quarta cerveja quando tocou a campainha. Fui atender e era a pizza.

– Cara, não pedi pizza nenhuma, veio no endereço certo?

– Amigo, a senhora Angélica que pediu, você é o sobrinho dela, não?

– Ah sim, verdade, minha tia. Pode me dar então, quanto fica?

– Já tá pago.

Brigadão!

Tava me saindo muito bem, meus tios postiços. Abri a tampa e era de peperoni, acertaram no sabor, nada mal. Peguei um prato e coloquei duas fatias dobradas, mandei pra dentro e bebi um longo gole de cerveja. Peguei outra e fui pro sofá, liguei a televisão, os programas pareciam mais interessantes agora.

A campanhia tocou de novo e eu fui atender. Dessa vez era Claudia.

– Uffa, pensei que não vinha, morena. – dei-lhe um beijo na boca.

– Tava me arrumando pra você, palhaço.

– Hum, então tudo bem.

– O que é que tem aí pra beber?

– Umas cervejas, mas acho que só, esses caras são caretas, e a cerveja foi eu quem trouxe.

– Ainda bem que sou uma mulher prevenida.

Claudia colocou as sacolas na mesa. Tinha vinho, whisky, vodka e a porra toda. Abri o vinho e servi dois copos.

– Você se deu bem, hein? Tá sugando deles?

– Teoricamente sim, querem que eu escreva algumas peças infantis sobre religiosidade para apresentarem na igreja, pras crianças que eles fazem lavagem cerebral.

– Eu lembro quando eu era pequena e ia. Era bonito todo aquele teatro que eles apresentavam, mas não sei por que ainda insistem em falar que é em nome de Deus toda essa baboseira.

– É assim que conseguem dinheiro mais fácil, quer pizza?

– Não, tô cheia, valeu, quero uma pica bem grossa igual essa que você tem.

– Hum, ta falando minha língua.

Nos beijamos e levantei Claudia, coloquei no meu colo e caímos no sofá.

– Nossa, que pegada…

– Tira essa roupa, neguinha.

Claudia tirou o vestido e fiquei hipnotizado naquelas curvas morenas. Era uma mulata das boas. Tinha seios rígidos, pernas torneadas, bumbum empinado, como uma boa morena tem. Peguei na sua bunda enquanto a beijava, nos salivamos por inteiro. Caí no sofá e ela veio em cima. Buceta quentinha, rebolava que era uma beleza.

Estiquei o braço e alcancei minha taça de vinho, ela fez o mesmo. Viramos o copo e continuamos copulando, ela mexia como ninguém. Fiquei me imaginando morando naquele casarão, mas como o dono. Não é a toa que muitos se vendem, ter tudo aquilo dali, um bom carro na garagem e muito caviar na geladeira é de deixar qualquer um doido.

– Que delícia, como foi que eu aguentei ficar todo esse tempo sem você dentro de mim? – perguntou Claudia.

– Eu não sei não, gostosa.

Segurava sua cintura, era grande, apertei e meti. Ela tinha uma boa sintonia, parecia estar dançando.

– Nossa, você faz muito bem. – eu disse.

– Ainda não viu nada.

Estava louco pra ver, e com a cabeça nas peças, eu tinha que conseguir escrever toda aquela porcaria, precisava continuar naquela casa, e até mesmo tê-la um dia. Quem sabe o marido da Angélica não morresse mais cedo do que o previsto, eu ficava com a coroa, que não é tão velha assim, e curtia todo aquele luxo.

Meu pau começou a amolecer.

– Tá tudo bem aí em baixo, Victor?

– Tá sim, fica de quatro.

Claudia ficou de quatro e empinou seu rabo. Era a vista do paraíso. Meu pau enrijeceu num instante e eu voltei a meter. Ele entrava fundo e eu manuseava com as mãos os fartos quadris de Claudia.

Não passou muito tempo até que a porta se abriu. O casal entrou e nos pegou na sala.

– O que é que ta acontecendo aqui? Victor? – perguntou Angélica.  – na minha casa, aqui é casa de Deus!

– Eu estava muito sozinho, e chamei minha amiga, não fiz por mal. – respondi enquanto colocava a cueca.

– Eu vou para o meu quarto, resolvam isso logo, em nome de Deus. – disse Eliseu.

Se retirou subindo lentamente as escadas, ele estava quase no fim da vida, passava dos oitenta, Angélica tinha apenas trinta e poucos.

– Bom, é melhor eu ir embora. – disse Claudia.

– Nada disso, você é minha convidada, pode ficar.

– Mas a casa é minha – protestou Angélica.

– Ela tem razão Victor, eu não quero estragar os seus negócios. Escreva suas peças.

Claudia pegou suas coisas e se foi. Angélica ficou me olhando com olhar de culpa.

– Desculpa, não queria ter estragado sua noite, só acho que aqui não seria um lugar apropriado. – disse ela.

– Está tudo bem, eu realmente não deveria ter chamado ninguém. E obrigado pela pizza.

– Eu só queria que tivesse de barriga cheia pra quando eu chegasse. Estou cheia de tesão.

Angélica se aproximou mais de mim, eu ainda estava de cueca.

– Mas e o Eliseu? Ele está lá em cima.

– Não se preocupa, ele toma umas pílulas quando vai pra cama, é tiro e queda, dorme que nem pedra, só acorda amanhã.

– Bom, se for assim tudo bem.

– Vou tomar banho.

Fui para meu quarto, tirei a cueca e me deitei, estava frio, me cobri e fiquei esperando. Angélica estava demorando. Me levantei e fui ver onde ela estava.

A casa era grande, tinha uns seis quartos, todos tinham suíte. Era casa de magnata. Eliseu mexia com a indústria de cinema e era pastor de uma igreja. Com certeza a igreja dava muito mais dinheiro do que o cinema, pelo menos no Brasil. Há anos que ele não lançava nenhum filme bom, afinal, só gravava coisa religiosa.

Passei pelo corredor na ponta do pé, ela não estava em nenhum dos quartos de hospedes. Fui até seu quarto e Eliseu dormia que nem uma pedra, roncava feito um porco. Olhei para o banheiro e a luz ainda estava acessa, ela estava lá dentro. Entrei sem fazer barulho e fui pro banheiro.

– Ei, você tá louco? Porque não me esperou no quarto? – perguntou ela enquanto se enxaguava.

– Acha que consigo esperar?

– Então vem pra cá, tá frio aí fora, a água tá quente.

Tirei minha cueca e entrei de baixo do chuveiro. Agarrei Angélica, meti um beijo demorado na sua boca, era minha patroa e meu futuro. Juntei seu corpo no meu e meu pau tocou o meio das suas pernas, ela se estremeceu toda, há meses que não fodia, Eliseu não estava mais trabalhando dentro de casa.

– Quero chegar nos oitenta ainda no batente. – disse à ela.

– Acho que você consegue, mas me mostra como está agora.

Inclinei Angélica sobre a hidromassagem e enfiei, ela soltou um gemido, tampei sua boca.

– Você quer acordar o velhote?

– Não foi minha culpa… faz tempo… que eu… não… aii, continua…

Agarrei na cintura dela, peguei de jeito, meti fundo, a água espirrava pra tudo que é lado. Puxei o cabelo e beijei o pescoço, ela se arrepiou e soltou outro gemido.

– Caralho, vamos pro quarto. – eu disse.

Passamos de fininho pelo quarto, molhamos o chão. Chegamos no meu quarto e eu fechei a porta. Porra, finalmente estava seguro naquela casa.

– Me pega igual você pegou aquela neguinha.

Angélica ficou de quatro e empinou o rabo para mim. Ela não chegava aos pés de Claudia, mas tinha boas ancas, era uma loira enfrentando a crise da meia idade, com medo de chegar aos quarenta, mas mantinha boa forma ainda.

Cravei meu pau naquela xoxota loira, enterrava com força, era tudo o que ela queria, ser currada por um homem de verdade, nada de rola enrugada e nem cabelos brancos.

– Isso, mais forte, mais forte!

– Calma aí, vai acordar ele.

– Não se preocupa, não dá pra escutar lá do quarto.

– Já fez muitas vezes isso, não é mesmo?

– Para de falar e me come, seu fodido.

Me senti um gigolô, ou algo do tipo. Aumentei a velocidade e fiquei pensando em quantos caras tinham passados por ali. Fiquei mole.

– Que é que tá havendo agora?

– Preciso de um trago, alguma coisa pra beber.

– Tem aquelas cervejas que você trouxe.

– Eu vou pegar lá em baixo, acho que a Claudia deixou as bebidas que ela trouxe.

– Vocês iam fazer uma festa daquelas né, seu sacana.

– É o que eu preciso pra viver.

– Você está certo, quero beber hoje, foda-se esses dogmas do caralho.

– É assim que se fala!

Desci e peguei as garrafas, busquei dois copos na cozinha e tropecei no sofá, deixei cair os copos, quebrou e fez um barulhão.

– Esse fodido vai acabar acordando o velhote mesmo.

Me recompus, não tinha quebrado nenhuma garrafa por sorte. Voltei a cozinha e peguei mais dois copos, mas tropecei no mesmo lugar e deixei eles caírem, quebraram de novo.

– Que porra tá acontecendo lá em baixo?

Angélica desceu pra ver o que tava acontecendo. Eu tava no chão segurando a garrafa de wisky pra cima, ela não podia quebrar nem ferrando.

– Que desgraça é essa?

– Quem foi que colocou esse sofá aqui?

– Sobe logo seu fodido.

Desisti dos copos e fui atrás dela. Voltamos pro quarto e bebemos no gargalo mesmo. A bebida subiu mais rápido. Caímos no chão e fudemos ali mesmo, ela parecia muito mais gostosa agora, tudo tava girando.

– VAI, ME FODE, SEU PUTO, ME FODE PRA VALER!

– Cala essa boca, sua freira, tem gente dormindo.

– QUE SE FODA, ME FODE, ME FODE, ME RASGA.

Aquela voz me dava cada vez mais tesão. O velho Jack nunca falhava, retardava meu orgasmo e me dava forças pra bombar que nem um gorila.

– Você parece um gorila fodendo, não para!

Eu sorri, me pareceu uma piada, meu pau começou a amolecer.

– Não deixa ele amolecer, não, NÃO!!!

– Você ta gritando demais, vai dar merda isso aqui.

– Beba essa porra de whisky e me rasga!

– Meu Deus do céu, você tá fora de controle.

– Por favor, eu preciso, mete, mete, mete, me come inteira, me faça mulher!

– Tudo bem, tô tentando, mas não fale tanto.

Tomei outro gole do Jack e continuei bombando, apertei a bunda dela e ele voltou a ficar duro. Parecia um pedaço de ferro quando estava na sua melhor forma, mas quase sempre murchava, era algo que eu tinha medo de ir ao médico ver. Podia ser alguma disfunção, sei lá, eu não aceitava aquilo muito bem.

– NOSSA, NÃO PARA, NÃO PARA!!!

– Acho que tem alguém vindo.

Abriu a porta.

– Que gritaria é essa aqui?

– AMOR, VOCÊ ACORDOU?

– ANGÉLICA, NA MINHA CASA?

O velhote colocou a mão no peito e caiu sentado. Angélica correu até ele.

– AMOR? AMOR? FALA COMIGO! EU VOU LIGAR PRA UMA AMBULÂNCIA.

A ambulância chegou e entraram vários caras de branco dentro da casa. Lá se foram duas fodas mal dadas. Eu continuava com o velho Jack de baixo dos braços e ia bebericando enquanto os paramédicos faziam toda aquela cena. Tiraram-no de maca, Angélica foi atrás. Passou por mim e disse:

– Vamos esquecer isso que aconteceu, é melhor, você pode continuar com seu emprego, escreva alguma coisa ainda hoje.

– Tudo bem. Boa sorte lá no hospital.

– Obrigada, fica com Deus.

Me deu um selinho e entrou na ambulância com seu marido. As portas se fecharam e todo mundo se foi. Finalmente me deixaram sozinho outra vez. Corri para o telefone, disquei aqueles mesmos números, dei um trago na garrafa, alguém atendeu.

– Claudia? E aí, tá fazendo algo? Volta pra cá, to sozinho de novo.

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