Minhas Mulheres [Capitulo 32]

Deixa eu falar, tem dois tipos de relação. As que se perderão e estão cada vez mais escassas e as da nova geração. E elas se resumem da seguinte forma. Vida real e virtual. O avanço da tecnologia e comunicação deu inicio a uma era virtual espantosa, “aproximou” as pessoas e possibilitou o fácil contato com qualquer pessoa que seja, onde for que ela estiver. Só que isso traz suas desvantagens, a ausência das pessoas fisicamente em nossas vidas.

Kim tinha os olhos puxados, oriental com os traços finos e quadrados, rosto admirável e mente pensante. Se dizia sentimental e ao mesmo tempo fria, era difícil te decifrar.

– Odeio ler os seus livros, eles me instigam, e isso é ruim.

– Os meus livros eróticos?

Ela sorriu com seus lindos dentes e olhos puxados.

– É óbvio que sim.

– Bom saber, então devo estar indo bem.

– E sobre o que escreveu dos homens que fogem de mulheres bonitas e poderosas, algumas mulheres não sabem lidar com isso.

– Claro que não sabem, elas não estão acostumadas a ter a sua realidade destorcida, ninguém está. Somos adeptos a aceitar o que nos é ensinado.

– Eu falo por experiência própria.

– Desculpa, poderosa.

Kim se ofendeu com meu comentário.

– Me diga você, então. O que é ser uma mulher poderosa?

– Quer que eu fale a minha visão da sociedade sobre ou a visão pessoal?

– Pode ser os dois, na verdade queria manter uma conversa boa com você, não precisamos ir direto ao ponto e nem transar.

– Como assim, baby?

– Manter uma conversa séria.

– Eu sou sério, e gosto de conversar seriamente.

– Gosto disso. – sorriu.

– Estou escrevendo uma teoria nova.

– Teoria que eu sou doida?

Sorrimos, tomei um gole de cerveja, ela também.

– Talvez, mas é sobre a visão da sociedade sobre as drogas e entorpecentes.

– Então não era sobre mim.

– Ta quase.

– A única droga que posso oferecer é meu beijo, porque de resto…

– Eu quero, preciso estudá-lo.

Enquanto sorrimos tentei me aproximar de Kim, ela se afastou e ascendeu um cigarro com filtro. Segurava com as pontas dos dedos, ela tinha estilo.

– Mas não quero conhecer só o seu beijo. – piscou.

– Me conta mais sobre isso.

– Não sei explicar ao certo, já disse que você me dá umas sensações de curiosidade, de saber mais sobre você. É estranho isso.

– E o papo das mulheres que não conseguem lidar com o que eu escrevi?

Ela tragou a fumaça, tomou sua cerveja e soltou lentamente.

– Eu não sou uma diva e nem tão bonita assim, mas o pouco que meus olhos puxados conseguem atrair é meio perturbador. Mas não creio que alguém consiga se apaixonar por mim, sou complicada.

Olhei bem para os olhos puxados de Kim, eles desviavam de mim como se quisessem correr por caminhos tranqüilos e vazios, sem ninguém por perto para ordená-los. Nada de pressão e nem de regras, o momento era curtir.

– Se apaixonar por você é muito simples, basta te olhar nos olhos por pelo menos quatro minutos, e pronto, é tudo o que eu preciso.

– Você nem imagina o que tem por trás dos meus olhos, não é nada bom.

– Quero entrar dentro de você e te descobrir.

– E quem disse que vai transar comigo?

– Quando eu disse dentro, me referi ao sentido filosófico da palavra…

Kim encostou o dedo indicador na minha boca me calando.

– Brincadeira, não sou tão difícil assim, sabe?

– Essa questão de ser difícil não tem fundamento. É tudo questão de probabilidade. E a probabilidade de você ser mais fácil pra alguém e mais difícil pra outro é por qual que você mais se identificar. A partir daí saberá o nível de facilidade de se aproximar de você. Nós homens notamos isso quando queremos.

– Faz sentido, é, gostei, mas me conta – soltou a fumaça no meu rosto – como foi seu namoro com a Jaque?

– Bom, não foi na minha época de ascensão. Curtíamos o mesmo som e os mesmos autores, mas ela namorava, um cara branquelo, parecia leite azedo, tinha cara de cu e era do tipo banana. Ficava no pé dela, era muito inseguro as vezes, não batia bem da cuca. Um dia ela o encontrou com sua prima na cama deles, foi o fim da gota, meteu o pé na bunda do idiota e passamos a nos ver. Eu era bem novo e não tinha toda essa tecnologia de hoje. Não sabíamos muito bem o que a gente queria. Era uma época sem opinião própria.

– E porque terminaram?

– Ficamos um tempo sem nos ver e nos afastamos por causa do trabalho. Então eu comecei outro namoro e ficamos só na amizade mesmo.

– Bom, não sabia que tinha sido tão tranquilo assim, imaginava cenas mexicanas.

– Que nada, foi bem tranqüilo.

– Sorte a sua, viu? Meu ex só gostava de sair com poucos amigos meus, não curtia que eu saísse pra dançar, queria que eu ficasse sempre em casa se não fosse ir pra algum lugar com ele.

Balancei a cabeça. O que estava acontecendo com os homens? Onde fora parar o caráter e os valores que tanta cultivaram nos anos 70 e 80?

– Quando vira essa personificação de prisão já da pra saber que não vai muito longe. Aprendi a lidar com ciúmes, a libertar quem eu gosto e ser antes de tudo amigo, confidente e companheiro errando bastante.

Kim concordou com a cabeça, não largava o cigarro com filtro.

– Alguns acham que sou promiscuo ou galinha, foda-se, enfim, eu sei que fui apenas agraciado com muitas experiências no qual aprendi muita coisa e conheci todas as merdas por trás das decisões e escolhas das pessoas, é realmente podre o quesito que usam.

– Mas porque que não deram certo seus relacionamentos?

– Quem disse que não deram certo, baby? Praticamente todos deram certo, porque terminaram bem. Então, caso suja a oportunidade e vontade de se relacionar comigo e as coisas irem ficando serias, não precisa projetar suas relações anteriores ou até mesmo essa última. Primeiro que ninguém é igual a ninguém. Relações não são iguais. Por mais que pareçam e se assemelhem muito, mas eu namorei mulheres de todas as idades, dos vinte aos quarenta e seis, então, alguma coisa eu aprendi nisso tudo, só queria deixar claro.

Kim estava com cara de assustada.

– Devo me acostumar com esse seu jeito de querer as coisas claras e evidentes. Meio que me assusta esta transparência, mas me agrada ao mesmo tempo, então continue sendo assim.

– Sei que não está acostumada, mas peço que se acostume e que seja igual. Não há nada melhor do que a sinceridade, transparência e objetividade, perdemos menos tempo, somos mais claros e tudo da certo.

– Tudo bem, só quero que entenda que com você é diferente – tirou as mexas dos olhos – não é carnal, e acho que nem tanto sentimental, é pelo intelecto mesmo.

– Isso é ótimo – matei minha cerveja – vontades e necessidades carnais se saciam e acabam, sentimentos se modificam.

– Por isso que as vezes fico pensando aqui no quanto te odeio – sorriu lindamente – por causar uma intriga enorme em te conhecer mais, saber mais e descobrir, isso é horrível, sabia?

– Chegamos em pontos diferentes de outros tipos de relações que temos por aí. Tive diversas, mas alguma durou? Não, mas o aspecto de continuar conversando, dialogando, aconselhando, dando dicas e afins continuam, mesmo com pessoas que não estão mais numa relação emocional, comigo. Temos que entender que cada geração tem seus costumes, cultura e condicionamento de ser e pensar, o atual é o de desapego sentimental e independência feminina. Não precisamos necessariamente estar presos ou compromissados com quem gostamos. Namoro, compromisso ou qualquer tipo de exigência automática não expressa sentimento. Não são mais sinônimos, antigamente eram, antes dos anos 90, por exemplo. Então, podemos sim gostar e estar com alguém sem necessariamente estar com ela como uma regra imposta a nós quando constituímos a relação.

– Está me soando um pouco da questão de amor livre…

– O amor sempre foi livre, é que hoje estão vazios, sem estruturas. Quem prende são os que ainda não aprenderam a amar.

– Mas porque será que os relacionamentos ficaram tão vazios assim?

– É porque os namoros de hoje não tem dialogo, eles se baseiam em se interessar, ir ao encontro, beijar, gostar, transar e continuar nesse ciclo depois do beijo. Mas aí, adiciona ciúmes e exclui a confiança. Adiciona egoísmo e exclui liberdade. Adiciona insegurança e exclui amizade. Adiciona cobranças e exclui naturalidade. Pronto, passou alguns anos tem que virar casamento porque a religião, pais, sociedade ou condicionamento cultural diz que não se deve namorar por tanto tempo, tem que procriar. Só que isso é quando chegam tão longe, geralmente para no namoro mesmo, e o amor que nasceu tão rápido, de repente vira ódio na mesma proporção de tempo e intensidade. Isso tudo poderia ser evitado se a gente parasse um pouco pra refletir e usasse o raciocínio, é tudo questão de lógica, não tem segredos.

Kim tomou um bom trago e me olhou fixamente nos olhos.

– Sei que não está dizendo tudo isso só pra me agradar, porque tudo o que disse é real. Ano que vem eu me casaria, sabia? Mas do ano passado para este ano, já que meu namoro terminou em janeiro, eu fiquei em série de dúvidas, do por que eu iria casar, se eu ainda o amava, se era certo… – suspirou profundamente – e eu entrava em crise, e o meu ex achava que eu estava ficando louca e brincando com os sentimentos dele. E isso, nem era a realidade. A realidade é que o amor foi se desgastando, o sexo não era mais prazeroso, era obrigação, pra suprir a necessidade dele, as brigas eram de desgosto, de ódio mesmo … – tomou mais uma dose – e quando havia conversa, era usado um tom rancoroso e de desprezo. Ele não estava mais notando o quanto eu sou sentimental, e perdeu todo o intelecto que eu admirava nele, virou um animal bruto.

– Não fale assim dos animais…

– O problema é que talvez… o mundo não pare para pensar mais. E isso é um dos motivos que eu estou correndo de relacionamentos – sorriu – mesmo os mais carnais, sabe? Oportunidade nunca faltou, mas não é algo que eu me satisfaz mais hoje em dia.

– Falou e falou, mas parece que não está entendendo o que eu estou tentando te dizer. Eu não estou te propondo nenhum relacionamento, só acho que ter uma base de onde chegar é fundamental, andar sem destino não leva a nada. Seu sentimentalismo não ta nítido nas suas palavras, baby. Enfim, podemos viver algo legal.

Kim sorriu nervosamente, estava se perdendo nas suas palavras, tomava dose atrás de dose, mas mesmo assim era forte, tinha peito pra falar dos problemas.

– Se acha que eu não ouvi o que você falou, paciência. Não perderei mais meu tempo – se levantou – cuidado com o que diz.

Segurei-a pelo braço, puxei-a e lhe dei um beijo, aqueles com raiva e desejo junto.

– Foi modo de falar, não precisa ficar na defensiva, baby. Eu não sei por que esse atrito todo comigo, fica tranquila, maneira no Jack.

– Ainda não sabe o porquê fico na defensiva com você? Fácil, porque você mexe com o meu intelecto, só por causa disso – sorriu com seus dentes brancos e alinhados – e relaxa, não crio expectativas e não espero nada demais.

– A questão não é criar ou não criar, passei dessa fase de esperar pelos outros, é que entendo o tempo, e não seria momento de falar sobre essas coisas mais serias. Estamos na esfera de nos conhecer, aproveitar nosso momento.

Tocava jazz suave no ambiente do bar. Aposto que pessoas que se reúnem pra falar de suas merdas e de todos os seus problemas sem solução nunca notaram o Miles Davis dando o melhor de si nos seus atos. Não quero ficar culpando os outros por seus erros e deslizes, mas eu me benefício disso, mesmo achando um regresso total da sociedade. Criticas, julgos, ódio gratuito, compartilhado, extremo e aplaudido. O povo pensa que está acordando nas questões políticas, principalmente. Mas esquecem que até mesmo nas suas lutas contra a manipulação, eis a própria manipulação mor. A presidenta Dilma é o maior câncer do país? Só rindo mesmo, preciso alimentar os patos, encher minha geladeira de cerveja, sem esquecer-se dos cigarros e do Whisky. Voltando, é sério mesmo que ainda não notaram que a senhora de vermelho é apenas uma porta voz dos verdadeiros carrascos, e que ela mesmo em seu posto não tem o poder que muitos pensam que ele exerce. Vamos devolver o país para os índios, pedir desculpas e avisar pra nenhuma outra potencia mundial venha encher o saco deles. Tribos, a melhor maneira de se viver em família e harmonia.

Acaricie a mão de Kim, apertei-a e puxei-a para dançar. Eu não era disso, mas o momento estava pedindo.

– Ei, o que quer fazer? – perguntou.

– Nessa noite, apenas dançar.

– Muito obrigado, essa é a calma que eu preciso.

– Fecha os olhos, sinta a música.

Dei um trago na minha cerveja enquanto dançava. Todos ao redor ficaram olhando, curiosos e zombeteiros, mas não durou muito a timidez dos bêbados. Os casais foram se juntando a nós na pista, um por um. A mesa de bilhar logo ficou vazia. Hank me olhava do balcão, já estava preparando minha dose de Jack, o som era dos melhores, o álbum inteiro de Kind of blue, do Davis.

 

Se eu não fizer, quem vai? Se eu não criar, quem criará? Se eu não escrever, quem vai teclar? Fico horas e horas esperando vir a inspiração. Pensando naquilo que tinham me falado sobre Dom. Dom. Dom. Dom da escrita. Escrita. Como se eu tivesse conhecimento sobre todas essas técnicas que me apresentam.

É engraçado o teatro sobre os talentos e habilidades no mundo da arte, como se realmente os grandes nomes só tivessem se consagrados porque tinham muito “talento no que faziam”, ou se não que “foram iluminados por Deus”, ou algo religioso do tipo.

Asco, nojo e discernimento.

A droga é valida no momento de criar algo realmente bom, eu adquiri e não tenho arrependimentos. Eu disse pra Kim enquanto conversávamos na cama.

– To muito drogado, baby.

– Drogado? Sério?

– É, pra escrever.

– Eu não acredito nisso.

– Tudo pela criação.

– O que foi que usou?

– Key, é dos bons.

– Para com essas coisas, isso é anestésico de cavalo não é?

– Sim, sim, sim, sou um cavalo anestesiado, amor, não sei se darei no couro, to anestesiado.

– Meu deus, deve ta fazendo efeito essa porra aí, Victor!

– Para, para, é dos bons, pode crer, baby, você vai gostar.

– Acha que eu vou usar essas porcarias, seu idiota?

– E porque não usaria? Você é vidrada num sal, num suco bem adoçado, em matemática e não consegue ficar sem fazer cálculos, cálculos, cálculos, baby, você é uma drogado, mas em outros tipos de drogas, entende, baby?

– Para com isso, eu não vou cair na sua, olha onde já estou? Na sua cama, e isso que íamos apenas conversar.

– Baby, tu veio porque quis, entende? Me entende? Consegue me ouvir? Estou me sentindo mole, cansado, sabe? Trabalhei muito hoje.

– Você não saiu de casa, seu vagabundo, ficou sentado o dia todo escrevendo suas coisas que não são lidas por ninguém, e agora tem que se drogar pra escrever algo bom.

– Tirou o dia pra me ofender, vadia?

– Olha o jeito que fala comigo!

– Estou usando o seu próprio jeito, não gostou não foi, eu também não gosto, é isso aí baby, to liberto das suas reclamações.

– Fica quieto, vamos ver se isso aí em baixo funciona.

– Se funcionar eu acho que vou te rasgar no meio, ta me entendendo?

Montei nela, ele começou a endurecer, ela massageava de leve com a ponta dos dedos, eu beijava sua boca com paixão, estava entrando em transe, me sentia fora do meu corpo como se pudesse ver tudo de um outro plano astral.

– Aí, cacete! – gritou.

– É isso aí, pediu agora aguenta, aguenta, aguenta, ta entendendo?

– Vai, vai, vai meu escritor.

– HAHAHAHA, sou um cavalo, um cavalo de tróia, é isso aí.

– Vai, não para não meu cavalinho.

Minha sensibilidade estava trezentas vezes mais aguçava, conseguia sentir as camadas da buceta da minha garota, que ainda não apresentei a vocês, essa é Kimberly, nome diferente né? Pode ter certeza que sim.

– Oi, sou a Kim.

Kim é oriental, pele da cor de papelão, cabelos longos com aquele topete divido ao meio e angular que desce como cascata pelos ombros, olhos ligeiramente puxados e negros, mas é um negro tão intenso que sem droga sou capaz de me perder dentro deles. Kim, fale mais de você.

– Eu conheci o Victor Vitoriano em uma exposição do Nelson Rodrigues, ele estava lá ao lado do Xico Sá tirando foto com a cara de falso dele. Todos sabemos que ele não gosta de pessoas e que famosos dão mais no saco do que tudo, mas ele precisa se promover, oh cê precisa. Então atira para todos os lados. Mas eu notei que ele nunca tinha aparecido com uma japonesa gostosa ao seu lado, em nenhuma apresentação e nem noite de autografo, então decidi dar uma mãozinha.

– E que mãozinha hein, baby?

Kimberly tem o corpo mais magnífico do Japão, pode ter certeza, deixa Sabrina Sato no chinelo. Porque é tudo natural, me entende? Ela não é de beber, não fuma e nem se droga, pelo menos fode, o que não é de se reclamar. Mas eu entendo os motivos dela, quer manter esse corpão, é modelo de eventos, aquelas que ficam promovendo as coisas enquanto rebola um pouco o grande bumbum. É cara, eu estou me promovendo com estilo dessa vez.

Como todos fomos apresentados, agora voltarei a foda que tem que ser compartilhada. Kim usou bem seus dotes manuais e meu tarugo ficou roxo de tesão, e eu não aguentei, que porra de papai e mamãe, quero ver Kim rebolar. Me deitei e Kim logo pulou pra cima de mim. Sentou sem pudor no meu pau, quicava de maneira extraordianaria, não tinha como parar aquela mulher. Notei que estava em transe assim como eu e aproximei um tiro perto de seu nariz, ela não pensou duas vezes, sugou pra dentro.

Ficamos exatos cinco minutos fundendo pra valer até que o Key bateu em Kim, fora espetacular. Ela se levantou e ficou me olhando, sua cabeça girava e seu corpo não tinha a mesma estabilidade. Kim sorriu maliciosamente para mim e olhou pro meu pau, lambeu os lábios e se jogou de pernas abertas por cima dele. Eu vi estrelas.

– Puta que me pariu, vai quebrar o meu pau desse jeito.

– Vai meu cavalo, deixa eu cavalgar.

Kim batia com a bunda na minha perna enquanto mexia feito uma britadeira, era tesão puro, sentava, sentava,sentava, me sentia com a força de dez homens pra aguentar aquela mulher pulando.

Alcancei outro tiro e mandei pra dentro, não tinha como não se drogar, queria retardar ao maximo meu orgasmo e me assar naquela xoxota destruidora, será que tem pacto com a Yakusa?

Senta, senta, senta, rebola, senta, senta, meu amor, você vai me matar. Minhas vistas estavam escurecendo, Kim tirou meu pau e colocou atrás, o Key bateu forte, cai no buraco. E fui o primeiro homem a entrar dentro de dois buracos ao mesmo tempo.

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