Minhas Mulheres [Capitulo 26]

O quintal era vazio e sem graça até ela aparecer. Chegou num carro vermelho que não pude identificar a marca – não sou muito fã de automóveis. Subiu as escadas junto de sua mãe carregando duas malas, uma em cada mão e uma mochila rosa nas costas. Os fios de cabelo lhe caíam sobre os olhos e ela assoprava-os enquanto subia a escada. Sua mãe seguia na frente, com seu vestido florido todo surrado, talvez por causa da longa viagem sentada ao volante até este fim de mundo.

Elas tinham alugado a casa de baixo da minha. Não deixamos a placa de aluga-se nem por um dia. Era muito concorrido aquele quintal. Chamávamos ele de mel rose, agora o significado disso eu não me lembro muito bem no momento.

Meus ouvidos ouviram o portão abrir e meus olhos percorreram por todas aquelas pernas jovens e brancas andando até a porta de baixo da minha casa. Ela seria a nova moradora, e que os deuses fossem glorificados. Seu nome era Carmelita, e o de sua mãe Carmen, as duas eram parecidíssimas, e só dava para notar alguns anos a mais no rosto de Carmen. Fora mãe aos 13 anos, e tinha 26 agora. E carmelita não preciso nem dizer…

Elas entraram na casa e eu fiquei ali petrificado. Nunca tive vizinhas mulheres e nem por quem pudesse me interessar. Aquela era uma ocasião atípica.

Eu desci até o quintal, algo que não fazia a anos, sempre fiquei preso aos meus livros e à máquina, então não respirava ar fresco e nem via pessoas novas. Era sempre a mesma rotina com as mesmas coisas, mas Carmelita estava presente. Passei por sua janela do quarto como quem não queria nada e para a minha grande surpresa a vi nua. Sim, caro leitor, nua.  Estou a quase uma hora tentando irremediavelmente buscar as palavras ideais para expressar aquele momento, mas não consigo. Ela estava nua, do jeito que veio ao mundo há pouco tempo.

Sua pele era de uma branquidão que reluzia nos olhos, era um corpo esbelto e frágil, todo delicado e me subiu um fogo pecaminoso pela garganta. Eu me sentia um criminoso só de olhar aqueles peitos ainda em formação, como carocinhos de abacate, rosas e pontudos. Seus ombros eram pequenos e o cabelo ruivo descia pelas costas até chegar a um palmo da sua bunda, e que bunda. Eram curvas que só poderiam ter sido feitas pelas mãos divinas, bem avantajadas para sua idade, e redondas como uma linda brasileira.

Ela se penteava na frente do espelho quando seus olhos se encontraram com os meus como de reflexo, tentei disfarçar mas notei que tinha malícia naquelas bolinhas verdes. Não era tão fácil decifrar o olhar daquela garota de treze anos, mas tinha virado meu maior objetivo. Carmelita continuou me olhando como quem soubesse o que estava fazendo e com a ponta do dedo indicador me chamou.

Eu fiquei branco e sem saber o que fazer. Era comigo a situação e não esperava por aquilo nunca. Tive que tomar uma decisão e parar de ser aquele cara inseguro de uma vez por todas. Fechei os olhos bem forte e não tentei pensar em nada, apenas acenei que sim com a cabeça e me aproximei da janela. Quando cheguei mais próximo e coloquei minhas mãos no para peito para pular, vi seus pelos pubianos, de um ruivo alaranjado e senti minha alma gozar.

Tentei me concentrar na escalada da sua janela e ainda admirando sua preciosa bucetinha loira tropecei no meu próprio pé e caí sobre a cama dentro do quarto. Eu tive sorte de não ter quebrado a cara logo na hora do ataque. Tentei segurar a risada, mas ela sorriu com o canto da boca e eu fiz o mesmo. Carmelita se aproximou de mim com aqueles olhos verdes magníficos, de inocente pecadora e abriu o zíper da minha calça. Um calafrio percorreu minha espinha e levantei minha cintura para ela baixar minha calça. Quanta destreza e sutileza nos movimentos, de onde será que tinha saído aquela criatura?

Me ajeitei na beira da cama e fiquei a esperar, me sentia jubilando de vontade e carmelita em movimentos lentos manipulava minha rola sobre suas mãozinhas pequenas de anjo. A tora ficou dura que nem ferro e pulsava. Eu já soltava o semi-gozo que lubrificava meu pau e Carmelita se utilizava bem dele melando todas as partes da minha estrutura genitália. De modo que eu não esperava, ela baixou a cabeça e escondeu os dentes, passou os lábios na cabecinha então olhou para mim… ah, aqueles olhos de garotinha que estava sendo obrigada a chupar! Como ela fazia aquilo?

A boca de carmelita era dominadora, sabia de todos os pontos G, e como acariciar na velocidade certa. Era dona de um tato extraordinário. Soltou a cabeça da minha trolha com um estalo, senti o gozo vindo, e ela sabia disso. Levantou em cima da cama e mirou bem o mastro, numa súbita sentada, encaixou perfeitamente seu canal vaginal, e mexeu, lentamente, mexeu e me deu um selinho de olhos fechados.

O selinho não foi normal, foi longo e decidi chamá-lo de beijo. Após o beijo ela abriu seus exuberantes olhos verdes e cochichou bem baixinho.

– oi, me chamo Carmen, mas minha mãe me chama de Carmelita.

– Carmelita.  – falamos juntos.

Ela sorriu e eu gozei. De repente acordei, era mais um dos meus sonhos malucos e eróticos. Lembrei do numero de Lolita, fui até o celular e liguei para ela.

Fazia muito tempo que eu não a via. Ela tinha crescido, seu cabelo estava maior e loiro nas pontas, seu nariz ainda mais protuberante, com o osso mais avantajado no meio e fino nas pontas. Seus lábios ainda mais bem feitos e finos também. Seus ombros estavam queimados de praia e um tanto mais largos, passaram quase dois anos e suas pernas acompanharam o crescimento em ritmo acelerado. Lolita estava em seu shortinho que não escondia nada do seu corpo, suas coxas cada dia mais grossas gritavam de baixo do pouco pano, ela ficara cada vez mais linda, era incrível como o tempo fazia bem para certas pessoas.

Lolita estava louca para ler sua parte em meu livro, desde que havia chegado em casa não falava em outra coisa a não ser do seu nome nas páginas. Ela era louca por fama, e queria de qualquer jeito se tornar uma celebridade, delírios de adolescentes. Peguei o livro e levei até ela. Lola estava sentada no sofá da minha sala com as pernas juntas, e com as mãos junto a cintura, depositada sobre o sofá, como se fosse uma boneca. Seu rosto reluzia com a luz que vinha lá de fora pela janela, ela ainda era jovem demais, meu maior pecado em vida, seus 15 anos.

Eu trazia o livro em minhas mãos, ia folheando e procurando as páginas onde ela estaria, Lola não conseguiu controlar a ansiedade e agarrou o livro das minhas mãos. Eu já sabia daquele jeito explosivo dela, e dessa vez não iria agir como se fosse o pai da garota e sim ficar ao lado dela, era o que eu devia fazer caso não quisesse afastá-la novamente.  Encontramos a página e ela começou a ler em voz baixa, fazia algumas caretas e mostrava não entender as palavras mais formais. Eu a auxiliei o quanto pude e ela acabou não gostando do que o seu conto dizia. Eu tinha escrito numa época em que estava sofrendo, então não usei as palavras mais bonitas, porém as mais revoltantes e melancólicas.

No final do conto disse a ela que ninguém havia escrito um livro para ela então valia muito a minha homenagem, e quando ela concordou com a cabeça eu enfiei-lhe um beijo daqueles. Pensava que fosse ser recusado e que ela iria querer permanecer apenas na amizade, mas fui surpreendido com a recíproca. Os beijos se intensificaram e fomos para meu quarto, esse foi o momento em que eu comecei a tremer, não conseguia acreditar que estava novamente com minha pequena Lolita, tendo-a por completo.

Entramos em meu quarto totalmente escuro – eu tinha preparado minha casa para quando ela chegasse, estava louco de vontade de tê-la mais uma vez. Ela tirou o tênis e de meias deitou em minha cama, nessa altura estava sem camisa quando eu a prensei nos lençóis a base de beijos para tirar sua calça.

Envolvi meus braços por suas costas e abri o sutiã rapidamente, eu caí de boca naqueles mamilos durinhos e recém crescidos. Era a maravilha mais tentadora da raça humana. Meu maior e mais doce pecado. Ela sedia como antes, nada parecia diferente, sem contar seu corpo que estava ainda mais crescido e turbinado.

Incrivelmente ela não parava de me beijar, revirava os olhos na medida em que meu corpo se achegava mais junto ao dela. Desci a boca por sua barriga e ela se arrepiou toda. Peguei nas alças do fio dental preto e tentei puxar para baixo, fui interrompido, ela queria mais beijos, eu estava muito apressado.

Deitei meu corpo sobre o dela e não demorou muito para eu colocar o tecido lá de baixo para o lado e botar pra dentro.  Ela gemeu baixinho e manejou o corpo contra meu quadril, assim entrou tudo, e fui me movendo de maneira lenta sentindo cada toque.

Ela revirava os olhos como nunca, gemia abafado, arranhava minhas costas e segurava minha cabeça e cabelos enquanto me beijava e olhava. Me senti finalmente amando ela como mulher e não mais aquela garotinha. Aumentei a velocidade e ela abriu as pernas para o melhor encaixe, a garota sempre soube de tudo.

Pedi para ela vir por cima e como antes ela hesitou um pouco, mas aceitou. Me deitei e ela logo montou. Segurei na sua bunda e senti o gozo vindo, ela era inacreditavelmente, extraordinariamente deliciosa, seu corpo era uma arma mortal, mataria qualquer homem com tanta inocência no olhar e erotismo na cama.

Fechei os olhos e tentei segurar as pontas, ela cavalgava lindamente. Segurando no meu ombro ela descia e subia, com a coluna envergada de modo que deixara a bunda empinada para trás engolindo apenas a cabeça, era de outro mundo.

Tive que intervir várias vezes para não gozar, mas infelizmente chegou aquela hora lastimável em que ela se cansava de mim e decidia ir embora, só que dessa vez por causa do livro ela decidiu que me esperaria gozar. Eu, então não perdi tempo. Coloquei-a de quatro e me deparei com a visão mais excitante do mundo, minha jovem e linda Lolita de quatro para mim. Com a cabeça deitada e as mãos do lado do rosto segurando o travesseiro, e eu penetrando a fundo, estava em outro mundo.

Por mais que eu soubesse que seria aquilo e nada mais eu sentia necessidade de possuí-la. De ser o seu violentador, ou algo do tipo. Mas não éramos engrenagens e ela decidiu realmente parar para ir embora. Dessa vez eu não protestei, me calei e nos vestimos, em menos de dois minutos ela já estava indo embora pela rua e eu a vê-la partindo, levando um pedaço do meu coração e deixando desejos para trás. Voe Lolita, voe para bem alto, mas não esqueça de voltar.

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