Minhas Mulheres [Capitulo 25]

Na minha opinião é bebida para viado, mas fora a única que tinha no momento.

Sai às pressas para encontrar com a mulher em uma noite de segunda-feira. Caramba! Plena segunda e eu indo dormir fora, eu estava mesmo na seca. Só que o detalhe era, D., a mulher mais gostosa que eu já tinha visto na vida, e isso mudava completamente o jogo. Uma surpresa: tenho duas visões sobre ela, e irei contar.

Acabei me lembrando dessa noite quando peguei a garrafa de Smirnoff para beber. Eu tinha feito loucuras com essa garrafa. E isso dava ainda mais vontade de beber todo aquele líquido destilado, misturado com o suco da buceta mais suculenta que já chupei e comi, lembranças com um pingo de limão.

Era umas nove horas quando eu encontrei a D. – codinome GOSTOSA PRA CARALHO – e trouxera a garrafa d’água que ela queria. Estava com sede. Ainda nem tinha me beijado e já estava com sede, não seja por isso, no primeiro contato lhe investi um selinho na boca. Para muitos poderia ser apenas um selinho, mas para mim era o início de uma grande noite.

Seguimos nosso destino e ela não parava de falar. Eu não esperava uma tagarela como ela, mas aceitei, pois estava bom. Ela me dissera sobre seus problemas rotineiros, na família, filha, trabalho, em casa e tudo mais. Eu concordava com tudo o que ela dizia, mas não porque estava afim dela, mas era porque tinha verdade no que dizia, me surpreendi com tamanha compreensão sobre as coisas da vida. Isso era como ganhar na loteria: uma mulher com um rosto lindo, um corpo escultural e ainda inteligente. Para mim e meus amigos, as mulheres gostosas não tinham cérebros e nem pensavam por si, grande erro cometemos ao pensarmos isso.

Por mais que ela tenha falado muito mais do que eu, o papo tinha sido bom, agora eu sabia que ela era super conservadora de bons modos, respeitosa, boa mãe – sim, ela tinha uma filha de 6 anos que criara muito bem – apesar de ter apenas 22, era uma ótima mãe. Pensei até na gente morando juntos e trepando o dia todo. Mas ela mantinha a sua formalidade, dizendo sobre respeito, amizades, família, responsabilidades em casa e bla bla bla. Parece que eu menosprezo tudo o que ela disse, mas dei muito valor, e isso contou demais para conhecê-la.

Era 10:30 da noite quando chegamos ao Hotel, um pouco a frente do motel combinado, mas o plano era ficar duas horas naquele que era barato, e depois quando o período do pernoite começasse, iríamos até lá e passaríamos a noite. Pena que nada acontece como combinamos.

Entramos no hotelzinho, paguei a barata bagatela e subimos. Nosso quarto era perto do começo do primeiro andar – o único andar do prédio – e entramos. Por mais que fosse nosso primeiro encontro – eu não tinha o menor problema com primeiros encontros, todos davam certo, ou pelo menos em sua grande maioria – e fui tirando a camisa enquanto ela colocava o vestidinho preto que eu tinha pedido. Apesar de um tremendo fodelão, eu ainda era um sentimental por dentro, e isso eu nunca deixei perder dentro de mim.

Ela passou alguns segundos enfiada no banheiro em frente à cama dura, enquanto eu sentado com a camisa social aberta a esperava. Não demorou muito – não mesmo – ela apareceu com aquele pano preto, colado ao corpo dando ênfase as suas curvas exuberantes, um pano curto demais, que tesão que eu senti, logo fiquei animado. Ela caminhou em direção a cama com toda destreza que tinha e se deitou. Não sei por que diabos eu ainda procurei uma luz auxiliar no painel de controles, mas com tanta procura inútil, desisti e parti para o ataque.

Beijei-a, seus lábios eram como de negra, carnudos e macios. Uma delícia a mais no enredo. As curvas sinuosas do seu corpo eram como as da pista ao descer à praia, cheia de zig-zag que jogava a gente de um lado para o outro dentro do carro, era uma farra, e com ela na cama também seria. O pano preto que ela usava era um vestido muito bonito que eu tinha pedido para que colocasse – sempre adorei vestidos, acho muito sexy – e nela, não poderia ficar diferente, que corpo era aquele! Despimo-nos e eu encarei aquele botão que se abriu para mim, uma grande flor, a maior do jardim, perfumada e com pétalas salientes, perdi o fôlego.

No meu primeiro ato, pensei em fazer algo como cena de filmes, mas foi bem espontâneo. Enquanto nos deitávamos, estiquei os braços e peguei a garrafa de Smirnoff que estava em cima da cabeceira da cama, tirei a tampa, enfiei na xoxota molhada dela, girei e massageei da maneira que consegui, retirei, comecei a beber a mistura do suco vaginal com o álcool destilado, foi uma delicia e ela revirou os olhos. Depois, virei o litro sobre a xoxota, foi um atrito excitante, as gotas estavam geladas e ela toda quente, fervendo, colei minha boca para tomar o caldo.

Quando tudo ficou molhado é que começamos, estava uma delicia. Pensei que por eu ser magro, e de um porte não muito grande, não iria oferecer nenhum prazer para ela, mas foi totalmente ao contrário, ela gemia e gemia. Um gemido gostoso de ouvir sabe? Sua voz era rouca, e cada palavra de provocação era um empurrãozinho para eu massacrá-la. A noite seguiu com nossos ânimos a flor da pele nos matando de prazer. Ela tinha muito a oferecer e eu a receber, e toma! Em alguns momentos em que minhas energias se esgotavam ela me entendia completamente, e pedia para que déssemos uma parada. Eu sabia que o fogo voltaria em instantes e assim sucedia, lá estava a gente, botando pra quebrar.

Eu chupava toda hora, e ela depois do banho passou a me chupar também, ambos gostávamos muito, mas ela manjava do negócio. Tinha um piercing na língua que me deixou doido, mas foi doido de dor mesmo! O negócio ardia o pau, parece que espremia, era como se ela estivesse com uma pedra na boca, mas no fim era bem mais prazeroso do que uma língua solitária. Foi aí que eu investi minha maior técnica do prazer… o ‘mete e chupa’, que se resumia em bombadas rápidas e fortes linguadas, bombadas e linguadas sem parar, até o orgasmo vir parar o mundo. Estranhei que ela não tivesse gozado nesse momento, mas sim em outro posterior em que ela estava cavalgando e rebolando muito, era como se ela mesmo se satisfizesse, e eu a deixei, dançar em cima de mim, até que … “AAAAAHHHH!!!”, ela deu um gritão que até me assustei e me molhou todo… que jeito mais gostoso de gozar!

Dormimos coladinhos, de conchinha. Sua bunda era tão grande que era muito difícil de abraçar, mas eu dei meu jeito. Ao amanhecer, ela se maquiava no banheiro para ir trabalhar, e eu a observava… sem aguentar, fui pelas suas costas, funguei no seu cangote, vi ela erguendo a cabeça e deixando o pescoço a mostra, beijei com ternura enquanto ela se contorcia, e baixei sua calça legging, aquela fora a foda mais gostosa de todas as seis que tivemos – metade do meu Record diga-se de passagem. E fomos embora.

Eram quase 11 horas, eu estava atrasado a beça e ela tinha um horário flexível, sortuda. Levei até perto do seu destino e lhe dei um trocado, pois precisava, e eu não poderia deixá-la na mão, caso me pedisse tudo o que eu tinha, eu daria, ela sabia bem disso. Quando o trem chegou, ela me deu um beijinho rápido e seco, e partiu. Do jeito que eu imaginei, partiu… com aquela abundância. Antes de conhecê-la, pensei que fosse como qualquer outra gostosa, mas era uma mãe, uma mãe incrível, tremendo mulherão. Será que ela retornaria? Eu não sei, estava atrasado.

Ela se levantou, procurou sua calcinha e foi direto ao banheiro. Eu me levantei para segui-la.

– Onde você pensa que vai? – me perguntou.

– Vou tomar banho também. – respondi.

– Nada disso, fica ai, eu sei tomar banho sozinha.

– Mas qual o problema de tomar junto?

– Eu não gosto, sério, fica aí, pensando.

– Para de bobeira, não precisar ter esses complexos.

– Eu disse não, não importa o que tu disser, eu não vou mudar de ideia e pronto.

Bateu a porta e eu cai na cama, essa garota era complicada, mas tinha algo nela que me prendia, eu não sabia muito bem identificar o que era, e na verdade nem precisava de tanto, Existem pessoas que pelo simples fato de existir nos fascinam e com certeza ela era uma dessas.

Era pura complexidade e magoas, em um metro e sessenta e sete. Marrenta por natureza, cresceu presenciando os desentendimentos dos pais e depois conheceu a vida totalmente fora do padrão do seu pai hipister, sem contar as inúmeras vezes que teve que agüentar a mãe bipolar. Ela era um poço de muita água, mas em cada nível um cheiro e uma cor diferente, incrível, tão nova, mas com tanta coisa a contar.

Eu fiquei esperando ela tomar seu glorioso banho solo, deitado sobre o travesseiro um tanto duro do nosso quarto temporário. Ela não demorou nada, quando menos notei a maçaneta girou e ela voltou ao quarto só de calcinha e sutiã, pretos e de renda quase imperceptível, estava linda, e por mais que ela não gostasse do seu corpo, eu adorava.

Com o passar do tempo e a evolução das tendências, as mulheres aperfeiçoaram um posicionamento de que corpo bonito era corpo magro, e felizmente essa época também prescreveu, e nasceu uma nova, que particularmente sou fã, que é do corpo violão, com grandes proporções, mas de massa dura e torneada, já nessa parte não sou adepto, o corpo bonito é aquele que sabe o que faz, independente de suas medidas, pois elas são manipuláveis.

Ela rodeou a cama, e isso para não sentar ao meu lado, se encostou na cabeceira e esticou as pernas, estavam descobertas mas ela se cobriu com o lençol, não queria que eu ficasse olhando-as. Eu fingi que não estava percebendo a sua defensiva, sorria sem parar e ela perguntava o que era.

– Porque esta rindo?

– HAHAHAHA, nada de mais, só quero sorrir.

– Você é meio louco.

– Sou completamente.

Tínhamos em torno de uma hora e meia e ficamos conversando. Ela falava muito, e eu escutando com uma vontade imensa de avançar nela e tirar suas peças para voltar ao vai e vem, mas nada dela dar algum sinal.

Eu tentei atacá-la algumas vezes, e fui surpreendido com empurrões, mas eu só insistia por que tinha sido incrível, desde que entramos no quarto e eu a joguei na cama e cai em cima beijando aquela boca cheia de dentes metálicos, e chupando aqueles peitos enormes que não se agüentava, dentro do sutiã. Desde aquele momento de alvoroço ela se libertou, virou outra pessoa, era como ter se transformado em uma sádica, necessitada de sexo, mas não de sentimentos.

Um dos maiores equívocos do mundo, tanto feminino quanto masculino, pensar que não existe sentimento no sexo, apenas por ser sexo.  Esse ato se transforma em atividade carnal misturado com necessidades fisiológicas ou até mesmo egocêntricas, “eu transei essa semana, estou bem”. Ridículo e ignorante. Me lembro de ter dito a ela:

– Relação eu levo a sério, é mais do que desejo carnal, é muito além.

– Além? Sexualmente ou emocionalmente?

– Os dois no enredo, é inevitável, não existe sexo em si sem sentimento, independente se for mais relacionado ao amor ou ao ódio, diversão, vingança. Mas, o que quero dizer é que pulsa, sempre pulsa, você fica ali naquele transe, pulsando, indo e vindo, matando a necessidade e o sentimento fluindo inconscientemente até.

– Ah sim, entendi, é que minha concepção é diferente.

– Como que é?

– Separo sentimento emocionais de casos sexuais, eu me privo disso.

– Ah, sim.

– Então não me apego a ninguém, a não ser que seja recíproco.

– Hum, mas não é nem questão de se apegar, é a parte emocional que exala mesmo sem que a gente queira. E reciprocidade é comigo. – sorri.

– Acredite, tenho domínio dessa arte, meu coração já ta machucado demais!

– Entendo isso – sorri novamente para quebrar o gelo – e já tinha imaginado, é normal…

– Entende não, ninguém sente igual.

– Oh Jesus, sobre a parte de se decepcionar.

– Eu fui noiva e morava junto, se você passou por isso, pode até ser que entenda um pouco.

– Já noivei também, e tinha a casa e os móveis, mas fui traído e ela casou com o amante e esta morando na casa que era minha. Mas a vida que segue, vivi milhares de outros namoros depois desse.

– Que coisa, foi quase isso. Eu já não namoro nunca mais.

– Sem remorso, sem limitações, sem rancor, só vivo e aprendo todo dia. Hoje você fala isso por auto defesa, e está certa, só não se prive ao extremo, pra não perder pessoas legais algum dia.

– É, estou sabendo – sorriu – mas não namorar é escolha, serei solteira e mãe independente, escolhas que fazemos na vida, assim como a Lolita.

– O que tem haver a Lolita? Ela se casou com outro cara, e não foi mãe solteira.

– Mas ela era totalmente livre e independente.

– Na verdade, ela era a pessoa mais dependente daquela história, primeiro da mãe dela, depois do Humbert, e depois do cafetão… e então do último em que ela ficou.

– Eu não gostei de quando disse que meu rostinho era parecido com o dela, ela foi abusada.

– Mas ela não foi não, ela queria ter relações, era maliciosa desde pequena.

– Cada um com sua visão, não é?

– Eu sei que cada um tem a sua, mas ela induziu o Humbert a se relacionar com ela, e já nem era mais virgem.

– Não falei dessa forma.

– Hummm.

– Falei de abuso moral.

– Não aconteceu nada do que ela não tivesse procurado, mas vendo por essa forma, podemos dizer que sim.

– Você tem uma visão e eu tenho a minha, que é bem feminista por sinal.

– Claro, mas é bom ler o livro inteiro, não é?

– Não li só o final, parei quando ela ficou doente.

– Ah, sim, mas então, sobre o filme, ele é mais dramatizado para a parte do drama entre os dois, o filme não mantém a originalidade dela manipulando ele para conseguir o que queria. O livro acaba quase te convencendo que ser pedófilo nas circunstancias dele seria normal, afinal, ele a amava.

– Vi o filme também e tenho a mesma opinião.

– Porém, ela era apenas uma criança que foi atiçada desde o inicio por ele indiretamente, e com toda consciência dos atos dela, até conseguir chegar ao outro alvo que foi um senhor que ela se apaixonou, mas que só queria usar ela para gravar filmes de pornografia infantil.

– Ele não era pedófilo, era obsessivo, psicótico, paranóico…

– Ele gostava de meninas mais novas, ele era sim.

– Era obsessão, não gostar.

– Ele tinha um amor maior por ela porque ela parecia com a primeira namorada dele.

– Obsessão.

– Ele mesmo confessa e aceita ser pedófilo.

– Tá, mas ele era mais, além disso. Psicopata, quantos casos na vida real já vimos assim?

– O que ele mais era não é o caso, só estou falando que ele era e nos passa uma idéia de que isso é aceitável pelo sentimento que ele demonstra por ela, que é muito forte.

– Minha visão é essa, não adianta o que você falar.

– Os atos dele foram de amor, e medo pelo que estava fazendo.

– Eu sei o contexto do livro, sua interpretação está nele, só que eu vou mais além, sou analítica. O que me leva a ter essa visão.

E era assim que nos tratávamos na maior parte do tempo, só que o que me prendia a ela fora o que tínhamos vivido naquele quarto, naquela tarde, daquele dia. Eu fechei as janelas e liguei a luz auxiliar, deitei em cima dela em base de beijos e chupões, ela se contorcia com os olhos fechados, estava quase entregue. Baixei minha boca e fui para suas pernas, brancas e grossas, beijei e deixei toda babada, naquele momento eu podia. Fui subindo e ela me barrou, não queria que eu levantasse seu vestido – os velhos e persistentes complexos – concordei para não estragar o momento e tirei seus seios para fora do sutiã. Tão enormes e esparramados sobre nosso campo de desejo, tentei engoli-lo o quanto podia, fiz menção a deixá-los duros, mas o que eu queria mesmo estava lá em baixo. Desci novamente com mais rapidez e abri suas pernas, dei uma boa cheirada que pude ver seus pelos serem sugados por minhas narinas, então retirei sua calcinha e cai de boca.

Chupei e beijei as extremidades da sua buceta e não pude mais ficar de cerimônias, pedi os lábios para o lado e cheguei as aberturas, molhadas e perfumadas. O CHEIRO DO PRAZER. Chupei, me lambuzei todo. Deixei-a bem molhada e coloquei pra dentro, primeiro devagarinho, queria saber se ela tinha boa sensibilidade, e tinha. Gemia baixinho e eu bombava, controlava de rápido e devagar, buscava o melhor ritmo, e sentindo cada partícula da sua pele era a melhor forma.

Nossas bocas se juntavam de tempo em tempo, mas ela não era muito de beijo e nem de aproximação e eu ia aceitar aquilo, prometi para mim mesmo que não estragaria o momento. Ela se ajeitou ali por baixo e se levantou, me jogou na cama e montou em cima de mim, isso era golpe baixo. Começou a rebolar e mexer no cabelo, e naquela hora eu senti vindo o jato, mas não podia aceitar, estava cedo demais.

– Ei, para de ficar controla, goza aí!

– Não, agora não!

Sempre que ela rebolava eu erguia meus joelhos, flexionando-os e impedindo que ela ficasse no controle total, assim eu conseguia me recompor pelo menos um pouco. Ela ria do meu comportamento, deveria estar acostumada com caras mais potentes? Eu tinha que virar o jogo.

Me levantei e a trouxe próximo da beirada da cama, voltei a cair de boca, chupando ela até que ela ficasse sem fôlego, então eu metia, não por muito tempo, só até sentir o jato chegando, coisa de 10 segundos, e voltava a chupar, e depois meter, chupando e metendo, eu era bom nisso, ela ficou extremamente louca.

Fora de si, me puxou pelo cabelo e eu cai deitada, então ela se jogou em cima do meu pau e quicou sem pudor algum, cavalgou deliciosamente, pegou minhas mãos e colocou na sua bunda, e eu abri-a e com os joelhos flexionados meti com mais precisão. Ela seguiu meu ritmo e cavalgou ainda mais fundo, e essa era a minha hora, explodi de forma branca e viscosa.

Como eu já imaginava, ela se levantou, procurou sua calcinha e foi direto ao banheiro. Eu me levantei para segui-la.

– Onde você pensa que vai? – me perguntou.

– Vou tomar banho também. – respondi.

– Nada disso, fica ai, eu sei tomar banho sozinha.

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